Perfil
Uma música. Adoro música brasileira, em especial o Grupo Revelação. Mas ouço de tudo. A minha mulher [Liliana Nogueira] é cantora lírica e até ópera escuto.
Um livro. "O Código da Vinci", de Dan Brown, que chegou ao cinema com o ator Tom Hanks.
Um filme. Gosto de histórias inspiradas em factos reais.
Um clube. Sou benfiquista. Mas no andebol, claro, é o ABC/UMinho.
Um desporto. Além do andebol, gostava de ter sido futebolista, a médio-centro.
Um prato. Sardinha com salada de pimentos. Curiosamente, na infância era esquisito a comer, adorava bife com batatas fritas, mas depois mudei.
Um vício. Videojogos. Na juventude passava horas nisso!
Uma coleção. Tenho algumas cadernetas de cromos completas de Mundiais de Futebol. [sorriso]
Uma personalidade. Barack Obama. Gerou uma mudança de paradigma na Presidência dos EUA. O Papa João Paulo II também foi importante para o mundo e os católicos. Vi-o quando vivia em Caracas, na Venezuela.
Um momento. O nascimento da minha filha Lia há um ano. Estivemos 48 horas no hospital, ela não queria sair, mas em 10 minutos “decidiu-se” e foi uma alegria imensa. Outro momento foi, há dias, ver os meus pais no Sá Leite, após ganharmos o campeonato. A minha esposa foi buscá-los para festejarem comigo. Eles ficam muito nervosos nos jogos ao vivo e, em toda a carreira, só me tinham ido ver uma vez. Eles são a estrela que me guia. São os melhores do mundo; perfeitos não, porque isso não existe. Estou honrado pelos valores que me deram.
Uma viagem. A minha lua-de-mel em Cuba, descobri uma realidade diferente. Já estive seis vezes no Brasil, tem uma alegria contagiante que faz falta cá. Queria também ir à Tailândia e a Nova Iorque no natal. Às vezes dizem que conheço a Europa graças ao andebol, mas na maioria das vezes era aeroporto-hotel-pavilhão.
Um lugar. Os campos de concentração de Auschwitz, na Áustria. Toda a gente devia conhecê-los. É surreal o que o ser humano foi capaz de fazer e ainda se sente ali: tristeza, dor, pânico.
Um lema. “É preciso semear antes de colher.” Repito-o aos mais jovens no ABC. Também se aplica aos recém-diplomados. Temos que começar a trabalhar e merecer oportunidades antes de reivindicar bons salários e regalias, porque no mercado há quem sabe mais só pela prática.
A UMinho. É a melhor universidade do país. Tem professores e condições ideais para formar pessoas da melhor qualidade.
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